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Pacheco afirma a aliados que não disputará o governo de Minas, apesar de insistência do PT

Rodrigo Pacheco informou ao presidente do PT, Edinho Silva, que não pretende entrar na corrida ao governo de Minas Gerais. A posição, segundo relato feito a pessoas próximas, reduz a expectativa em torno de uma possível candidatura com peso nacional e abre nova rodada de articulações no tabuleiro eleitoral mineiro.

Fonte Original:Folha — PoderVer Original

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Pacheco afirma a aliados que não disputará o governo de Minas, apesar de insistência do PT

Decisão afasta cenário ventilado pelo PT

O senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) afirmou ao presidente do PT, Edinho Silva, que não pretende ser candidato ao governo de Minas Gerais nas eleições deste ano. A informação foi relatada a pessoas próximas ao parlamentar e confirma que, ao menos por ora, ele não deve entrar na disputa estadual.

O movimento contraria a insistência do PT em torno de seu nome, visto por setores da política como uma opção de peso para a sucessão mineira. Mesmo assim, Pacheco teria reiterado que sua decisão está tomada e que a hipótese de candidatura não está em discussão neste momento.

Segundo o relato, o senador disse que deve deixar a política para se dedicar ao direito. Ele também teria apontado questões pessoais, de saúde e familiares como parte da justificativa para não avançar em uma candidatura ao Palácio Tiradentes. Em cenário de definição antecipada, a posição de Pacheco afeta diretamente as costuras eleitorais em Minas e a estratégia de partidos que buscavam um nome competitivo e de maior projeção nacional.

Para a política mineira, a decisão tem impacto relevante porque reduz a margem de manobra de articulações que vinham sendo alimentadas nos bastidores. Sem a presença de Pacheco na disputa, o desenho eleitoral tende a se reorganizar em torno de outras alternativas, ainda que o nome do senador siga tendo influência no debate sobre alianças e palanques no estado.

Até aqui, a sinalização do senador é de distanciamento da corrida ao governo de Minas. Para o PT, a avaliação agora passa a ser a de como reposicionar sua estratégia no estado sem contar com o apoio de uma candidatura considerada relevante no xadrez político nacional.

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