PM é preso após atirar contra carro da esposa e ameaçar confronte com colegas em Boa Vista
Um soldado da Polícia Militar, de 42 anos, foi preso em Boa Vista após atirar contra o carro da própria esposa, fugir acompanhado de outra mulher e, segundo a corporação, fazer ameaças a policiais durante a abordagem. O caso expõe uma ocorrência grave envolvendo arma de fogo, violência doméstica e a atuação das forças de segurança na capital de Roraima.
Fonte Original:G1Ver Original

Ocorrência mobiliza equipes da PM em Boa Vista
Um soldado da Polícia Militar, de 42 anos, foi preso nesta quarta-feira (13) em Boa Vista depois de atirar contra o carro da própria esposa, no bairro Liberdade, zona Oeste da capital. O caso ocorreu por volta das 14h30 e levou ao acionamento de duas equipes da corporação.
Após os disparos, o policial fugiu para a Praia do Caçari, às margens do Rio Branco, acompanhado de outra mulher apontada como sua namorada. No local, policiais militares da Força Tática se aproximaram e conseguiram retirar a arma do soldado sem que ele percebesse.
Segundo a Polícia Militar, ao ser informado de que era procurado pelo ataque ao veículo da esposa, o suspeito questionou a apreensão da arma e fez declarações consideradas graves. De acordo com o relato da corporação, ele afirmou: “Que bom que a Força Tática não topou comigo, porque eu, com uma calibre 12 carregada, iria confrontar com eles”.
Ainda conforme a PM, após ser advertido, o soldado reiterou que, em caso de confronto, “levaria pelo menos um [dos colegas de farda] com ele”. Em seguida, ele pulou no rio e voltou a fugir, sendo localizado depois com ajuda de banhistas que estavam de jet-ski. O militar acabou preso após se esconder na mata, e as buscas duraram vários minutos.
A arma do suspeito foi apreendida, assim como 11 munições deflagradas e cinco intactas. A ocorrência envolveu equipes distintas da Polícia Militar: uma foi acionada ao endereço onde estava o carro da esposa, e outra atuou na praia onde o suspeito foi detido.
O episódio chama atenção pelo contexto institucional em que ocorreu, envolvendo um integrante da própria corporação em uma situação de violência grave e ameaça a colegas de farda. Em casos dessa natureza, a resposta operacional precisa combinar contenção imediata, preservação da segurança pública e apuração rigorosa dos fatos.
As informações divulgadas até aqui se limitam ao relato da Polícia Militar. Não há, no material original, detalhes sobre eventual motivação para os disparos ou sobre medidas administrativas adicionais adotadas pela corporação após a prisão.
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